O Deus Que Fala. Um estudo do Salmo 19 – Hermisten Maia

O Deus Que Fala. Um estudo do Salmo 19 – Hermisten Maia

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Descrição

O Deus Que Fala. Um estudo do Salmo 19 – Hermisten Maia

Informação adicional

Peso0.150 kg
Dimensões21 x 14 x 1 cm
Autor

Dr. Hermisten Maia

Editora

Edições Vila Nova

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  1. 4 out of 5

    COSTA, Hermisten Maia Pereira da. O Deus que fala: um estudo do salmo 19. Goiânia: Edições Vila Nova, 2016. 80p.

    Hermisten Maia Pereira da Costa é Mestre e doutor em Ciências da Religião; professor da Escola Superior de Teologia (Universidade Presbiteriana Mackenzie) e do Seminário Presbiteriano Rev. José Manoel da Conceição. Um brilhante teólogo que tem sido um excelente expositor bíblico, alcançando relevância em vários lugares do Brasil por sua profundidade teológica e por seu compromisso em alcançar o público.
    O Livro foi prefaciado pelo Reverendo Donizeti Ladeia pastor efetivo da Primeira Igreja Presbiteriana de São Bernardo, onde ele destaca a relevância do autor e da obra e sugere que esta obra seja usada em estudos em grupo e em Escolas Bíblicas Dominical. O fim diz Donizete: “…certamente, enriquecerá mentes e corações desejosos em estudar mais a revelação geral e especial contidas nas Escrituras. A obra de Costa é apresentado pelo pastor Josué Gouveia presidente da assembléia de Deus – Ministério Vila Nova e da Edições Vila Nova como uma obra onde sua leitura edificará e transformará nossas vidas.
    A obra de Costa publicada pela editora Edições Vida Nova intitulada “O Deus que fala: um estudo do salmo 19” trata-se de um estudo teológico que o autor faz do salmo 19. O autor Costa apresenta sua obra baseada do salmo 19 em três capítulos e assim dividindo o livro em três partes na primeira ele exalta a majestade de Deus na criação, na segunda trata sobre a excelência da Revelação Escrita de Deus e na terceira ele mostra a resposta do homem a Deus em sua busca por santidade. Esta obra é resultado das pregações que o pastor e ator Costa fez na Primeira Igreja Presbiteriana de São Bernardo do Campo, São Paulo, no período de Janeiro a março de 2012 e na Comunidade Cristã de Maringá e seu propósito é que este livro seja produtivo no sentido de nos conduzir a um encontro pessoal com o Deus transcendente que se revela a fim de ser conhecido por nós para que lhe respondamos, em culto, caracterizado por um vida de obediência e serviço.
    O Elemento primordial que Costa chama atenção no inicio de sua obra é afirma ao leitor que todo tipo de conhecimento quer seja empírico, quer científico, quer teológico que o homem tenha é parte do conhecimento de Deus expresso na sua criação. Isso leva a uma conclusão que não existe conhecimento fora de Deus e Deus só pode ser conhecido por ele mesmo. A partir deste ponto o autor traça uma explicação produtiva e profunda sobre a revelação geral e especial. Ele começa com a revelação geral explicando que primeiramente Deus se revelou na criação e através desta criação o homem obteria o conhecimento de Deus e afirma que na criação também se deu a revelação especial. A entrada do pecado no mundo trouxe consequência de obscuridade à natureza criada por Deus e para o homem que perdeu o discernimento espiritual para ver a glória de Deus. Todavia, Mesmo, a criação sendo obscurecida pelo pecado humano, continua a revelar aspectos da natureza e do caráter de Deus. O argumento de Costa sobre tem um respaldo forte em João Calvino que defendeu que a bíblia ou revelação especial tornou-se necessária por causa do pecado e tanto a natureza e escritura trazem a mensagem de Deus visto procederem do mesmo Autor. Assim Costa defende a Bíblia como Palavra inspirada e inerrante de Deus e esta revelação oferecem ao homem resposta adequada as suas necessidades espiritual quando ele aponta pra Jesus e para o poder de Deus. Costa ainda destaca que a revelação de Deus deve gera dois sentimentos o primeiro é o sentimento de humildade por sabermos que tudo provem de Deus e o outro é o sentimento de alegria por ter acesso a Revelação de Deus que é a verdade. O Objetivo da revelação especial escrita segundo Costa foi fazer com que os homens conheçam a Deus, e conhecendo o adorem e adorando conheçam mais. A igreja é resultado da ação de Deus por meio da Palavra, manifestada em seus comportamentos, tendo ciência de que a meditação que faz na palavra, guiada pelo Espírito Santo é uma tentativa de interpretação e proclamar na linguagem humana as verdades recebida por Deus. Então Costa destaca que o conhecimento de Deus é só adquirido por meio da iluminação do Espírito Santo e através da fé em Jesus. A fé em Jesus é importante para obter o conhecimento de Deus, pois Jesus é a mediação da revelação e a fé em Jesus é precedida de conhecimento. Costa entende que tudo isso é obra da graça de Deus.
    Definido a teologia por de trás do Salmo 19 Costa parte para esclarecimentos exegéticos do mesmo determinando seu contexto, suas divisões, seu estilo e definições adjetivas da palavra de Deus no salmo. No trabalhar o contexto de forma concisa destaca que o salmista regozija pelo fato de Deus graciosamente ter se revelado na Natureza e em sua palavra. Este louvor cantado pelo salmista redundou em um espírito de alegria, submissão e louvor. Ao dividir o salmo Costa mostra que naturalmente o salmo é dividido em três partes. A primeira parte o salmista exalta a majestade de Deus revelar na Criação; na segunda parte ele exalta a revelação Escrita de Deus e na terceira ele mostra a resposta humano. Ao fala do estilo do salmo ele destaca que o salmo não é uma junção de três ou mais salmos, mas trata-se de um salmo que harmoniza as revelações geral e especial. A ultima coisa que Costa faz em sua parte introdutória do texto e faz uma distinção dos adjetivos usada para se referir a palavra de Deus que são lei, testemunho, preceitos, mandamento, temor do Senhor e Juízos.
    O Capitulo 1 Costa fala sobre a integridade essencial da revelação contida no salmo 19. O salmo 19 é repleto de adjetivos para enfatizar a palavra de Deus e estes adjetivos apontam para suficiência da palavra de Deus e assim evidenciando a relevância da Palavra para o nossa existência. Costa trabalha 10 adjetivos de forma exegética encontrado nos versículos 7, 8, 9 e 10 do salmo que podemos resumir da seguinte forma. A lei de Deus é perfeita que diz a respeito da Palavra de Deus ser completa e não precisar de complemento e totalmente infalível. O testemunho do Senhor e fiel que Costa destaca a integridade de Deus em cumpri sua palavra e por isso ele pode exigir de nós compromisso em fidelidade e obediência a ele. Os preceitos do Senhor são retos o salmista ao afirma isso ele resalta a natureza essencial de Deus em ser bom e reto, e por meio desta palavra reta ele nos guia em retidão e nos corrige. O mandamento do Senhor é puro e isso implica que ela não tem contaminação e ela é suficiente para nos esclarecer as verdades de Deus. O temor do Senhor é límpido e isso significa que a Palavra de Deus é clara no que Deus requer de nós e nos objetivos que ele tem em vista. A Palavra de Deus é permanente e sendo assim ela é atemporal e eterna. Os juízos do Senhor são verdadeiros pois Deus é a fonte de todo verdade e pela verdade de Deus que ele se relaciona com os seus. Os juízos do Senhor e todos igualmente justos pois não há injustiça nos mandamentos de Deus e pelos juízos somos instruído aos seus atos retos. A palavra de Deus é desejável, pois quem ama a Deus deseja sua palavra, encontrando prazer em cumpri-la. A palavra de Deus é doce e sempre será doce para aqueles que querem agrada a Deus confiando nas suas promessas.
    O capitulo 2 Costa fala sobre os aspectos do caráter e dos atos de Deus encontrado no Salmo 19, mostrando uma semelhança que existe com o salmo 8. Costa destaca que o salmista, ao meditar na revelação de Deus indicou em todo seu salmo aspectos do caráter de Deus. A glória de Deus vista na sua criação mesmo que esta tenha sido manchada pelo pecado o criador deve ser adorado. Somos levados a adorar Deus, pois ao criar ele se mostrou sábio, bom e gracioso. O Deus criador é também o sustentador preservando a sua criação com sabedoria dia após dia e noite após noite. O autor Costa ao mostra o Deus que criou ele fala que o criador não é um Deus distante, indiferente ou obra do gênio inventivo do homem, Antes, é um Deus que se revela, dando-se a conhecer. As escrituras confirma que Deus é criador de todas as coisas e auto existente, mas ele se da a conhecer começando na criação e culminando em sua revelação escrito sendo um Deus que se revela ao homem. Ao seu revelar ao homem Deus mostra-se totalmente pessoal, pois ele age, fala e nos ouve. Através dos seus testemunhos, preceitos e juízos ele mostra-se instrutor do seu povo pois mediante suas instruções Ele nos educa, corrige e perdoa. Costa vê a instrução de Deus como uma graça que nos leva a obedecer sua lei. Ainda no capitulo 2 Costa destaca o aspecto da justiça de Deus que tem por base a santidade do próprio Deus e por isso podemos dizer que a justiça de Deus é exteriozida pela santidade de Deus em sua relações com as suas criaturas conforme revelada nas Escrituras. O autor ainda destaca o aspecto do discernimento de Deus quando Deus conhece tudo que somos e pensamento e isso leva o salmista a resaltar outro aspecto de Deus que é de ser perdoar, pois no versículo 12 ele recorre a Deus que pode discernir e o único que pode perdoar as faltas. Costa encerra seu segundo capitulo falando de três aspectos encontrados no versículo 13 e 14 destacando a firmeza de Deus como preservador da vida do salmista quando o salmista fala que Deus era a rocha dele, a onisciência de Deus afirma que sua fala e meditação sejam agradável na sua presença e o redentor que pode livra do cativeiro do pecado para sempre.
    Ao fim de seu livro Costa trata sobre a eficácia da palavra de Deus na vida humano e destaca “A lei é perfeita, contudo eu não sou.” Costa faz uma análise da eficácia da Palavra de Deus na nossa vida e mostra que Deus emprega sua palavra como instrumento para restauração de nossas almas e assim corrigindo, alimentando, animando e trazendo vida nas promessas de Deus. Além disso, ela é capaz dar sabedoria aos símplices isso é por intermédio da palavra, dá-nos sabedoria espiritual e discernimento para que possamos reconhecer nos seus testemunhos a palavra de vida eterna a fim de que vejamos com clareza os sinais dos tempos, sem nos deixar levar por falsos doutrinas engenhosamente criadas pelos homens, seguindo sabiamente o caminho de Deus. A palavra de Deus que trás a verdadeira e duradora alegria porque ele fala a nosso coração, que é o nosso ser vital e essencial. A alegria vinda pela palavra não é mero sentimento é um conhecimento de quem é Deus. A alegria que vem pela palavra é totalmente diferente da alegria que o mundo busca, pois Deus é alegria do que busca conhecer a Deus. A palavra Deus também é luz que iluminas os olhos do pecador trazendo objetivos verdadeiros e valores corretos e por fim ela é instrutiva por ela somos advertidos e pela obediência sermos recompensados.
    O autor faz uma breve conclusão do seu livro resaltando os principais pontos que seu livro trata. O deus que se revela o Deus que se relaciona pela sua palavra, o trabalho exegético faz dentições da palavra de Deus bem como suas qualificações e eficácia. O convite a ter uma vida de obediência. A revelação da gloria de Deus ao pecador e o caminho de santidade. A meditação sobre a grandeza e majestade de Deus. Um Deus relacional que nos desafia a busca-lo e não a fugir dele. A busca de orientação de Deus e por fim viver uma vida segundo a proposta do salmista harmonizando revelação geral com revelação especial.
    O livro de Costa trata-se de um livro relevante, pois ele expõe inicialmente as duas fontes de revelação de Deus (Geral e Especial). Apresenta aplicações praticas e relevante a medida de sua explicação. O livro chama atenção em seu conteúdo exegético e expositivo. Por fim ele trata do assunto que muitos têm a curiosidade de saber que é o Deus que fala assim mostrando que Deus não é um deus distante de sua criação, mas através de seu palavra desafia o homem a conhecê-lo se aproximar e assim Deus transformar ao homem a medida que ele se aproxima de sua palavra.


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