A Soberania de Deus e a Responsabilidade Humana

R$ 59,90 R$ 44,90

REF: 9788569080046 Categoria
  • Descrição
  • Informação adicional
  • Avaliações (1)

Descrição

A Soberania de Deus e a Responsabilidade Humana

“O tema da presente obra é complexo, maravilhoso, desafiador e de extrema relevância para a edificação do povo de Deus. O Rev. Hermisten o trata com propriedade, devido à sua erudição e
experiência na docência da área de Teologia Sistemática e afins. Ao mesmo tempo em que o tema é abordado de forma ampla e profunda, o autor, em seu estilo pastoral, comunica de forma
acessível a todos que se empenham na busca por respostas bíblicas para os anseios da sua alma.”

Rev. José Normando Gonçalves Meira
Pastor da Oitava Igreja Presbiteriana de Montes Claros – MG

“O conteúdo desta obra é interessante e de fundamental importância para aqueles que buscam ter maior compreensão sobre a soberania de Deus e a responsabilidade do homem. Aqui, o Dr. Hermisten Maia trata essa questão de maneira precisa e direta sem,contudo, perder o grau de profundidade exigido em sua abordagem, sendo esta a sua maior característica como pensador, pesquisador e escritor.”

Rev. Antonio José Oliveira – Ministro Presbiteriano, Bacharel em Teologia pelo Seminário Presbiteriano JMC, Mestre em Ciências da Religião pela Universidade, Mackenzie, Professor Titular da Universidade Paulista (UNIP).

“Creio em Deus Pai, Todo-poderoso… A cristandade pelo mundo afora recita as palavras do chamado credo apostólico, mas quantos de fato entendem o que suas palavras estão afirmando? Aceita-se de bom grado a soberania de Deus, desde que ela não faça sombra à nossa pretensa liberdade. Nesta obra, o Rev.Hermisten aborda com profundidade e maestria essa questão central e delicada do cristianismo: Deusé Soberano e ainda assim o homem é completamente responsável por seus atos. Se você tem dúvidas sobre o assunto esse livro vai solucioná-las e encher seu coração de certezas.”

Rev. Marcos Cotrim Pastor da Primeira Igreja Presbiteriana do Brasil em Luís
Eduardo Magalhães-BA
Diretor do Instituto Presbiteriano do Oeste em Luís Eduardo Magalhães-BA.

Informação adicional

Peso0.500 kg
Dimensões23 x 16 x 2 cm
Editora

Editora Cruz

Autor

Dr. Hermisten Maia

Número de Páginas

403

1 review for A Soberania de Deus e a Responsabilidade Humana

  1. 5 out of 5

    COSTA, Hermisten Maia Pereira da. A responsabilidade de Deus e a responsabilidade humana. Goiânia: Editora Cruz, 2016. 304p.

    Hermisten Maia Pereira da Costa é Mestre e doutor em Ciências da Religião; professor da Escola Superior de Teologia (Universidade Presbiteriana Mackenzie) e do Seminário Presbiteriano Rev. José Manoel da Conceição. Um brilhante teólogo que tem sido um excelente expositor bíblico, alcançando relevância em vários lugares do Brasil por sua profundidade teológica e por seu compromisso em alcançar o público.
    O livro de Maia fala sobre a liberdade soberana de Deus e no capitulo um apontando o fato que Deus é livremente soberano em si mesmo. Deus por si só é soberanamente livre no tocante a sua existência, determinação, execução e limitação. Maia parte do primazia que a igreja crer em um Deus poderoso e o poder de Deus é soberanamente livre. Deus é soberano em si mesmo. Deus na visão do autor é apresentado nas escrituras como o Deus poderoso que é capaz de fazer todas as coisas conforme sua vontade. A soberania de Deus é manifestada no fato de sua operancia em fazer tudo o que faz (poder ordenado) e mesmo aquilo que não realiza visto que não determinou fazê-lo (poder absoluto). Neste capitulo o autor analisa aspectos do poder de Deus: Primeiramente ele fala sobre a liberdade de existência, ou seja, poder de existência. A isso ele afirma a existência de Deus é auto existente por sua própria natureza e determinação; Em segundo lugar a liberdade de decisão ou poder de determinação. Deus etermanete tem diante de si uma infinidade de possibilidade de decisões sobre todas as coisas; Em terceiro lugar liberdade de execução ou poder executivo. A escritura mostra que Deus tem total poder de executar o seu plano de acordo com sua vontade; Em quarto lugar liberdade de limitação ou poder de autolimitante. A isso o autor afirma que o soberano poder de Deus somente é limitado pelo seu absurdo ou pelo auto-contraditorio e por sua ações imorais.
    No segundo capítulo ele fala do poder soberano de Deus na criação, neste ponto ele toca na narrativa bíblica da criação e elaborando seu argumento como base nesta narrativa. Ele exalta a narrativa bíblica afirmando que Moises apresenta o Deus Todo-Poderoso exercitando o seu poder de forma criadora, segundo o seu eterno propósito. Por isso ele fala de como Deus criou o homem e criou a mulher que foi um ato sábio do conselho da trindade. Ao fala sobre a criação do homem Maia faz um exegese no salmo 8 onde ele mostra como o salmista Davi exaltou a majestade de Deus na criação e na formação do homem em especial, que dignifica a majestade de Deus. O Segundo aspecto sobre a soberania de Deus na criação do homem é o fato de Deus ter criado a imagem e semelhança de Deus. Neste ponto o autor destaca a distinção que bíblia mostra entre a criação do homem e dos outros seres viventes. Ele observa que Adão tinha inteligência, possuía condições de discernimento e exercitava a capacidade de julgar. Maia mostra que entre toda a criação, não havia uma companheira a altura do homem e o homem necessitava compartilhar conhecimento e afeto, amar e ser amado e por isso a mulher foi criada como companheira do homem. Foi criada soberanamente para ser auxiliadora idônea. Maia apresenta o homem e mulher como seres criados igualmente a imagem e semelhança de Deus. Quando ele fala em imagem e semelhança de Deus ele esta dizendo falando de duas palavras onde uma exipliva e a outra defini. A isso ele conclui que imagem aponta para uma espécie de protótipo e semelhança indica uma ideal espiritual. Tendo em vista tudo que foi falado ele afirma que o homem possui a imagem de Deus como algo externo e interno. O autor indica as seguinte características do homem como imagem de Deus. O homem foi criado como um ser pessoal que tem consciência e determinação própria. O homem foi criado bom, santo, como Deus o é de forma absoluta. Adão e Eva possuía plena liberdade dentro do limite de escolher. Aqui o autor resalta a responsabilidade do homem e da mulher em ser responsável pelos seus próprio atos que são livre de qualquer influencia. Adão antes de pecar tinha total entendimento de Deus. O homem era um ser totalmente imortal ou seja eterno. O homem foi criado e dotado de corpo e alma com anseios espirituais que se concretizava na sua comunhão com o criador. Ele tinha domínio sobre todas as coisas e por fim o homem é um ser integral e sua integralidade é dotada de imagem de Deus. Maia, fala sobre a entrada do pecado no mundo e de como isso afetou nosso relacionamento com Deus. O pecado de Adão e Eva trouxe para toda a humanidade a realidade da morte física, espiritual e eterna. Sendo assim o homem se tornou incapaz de fazer o bem, entender o bem e deseja o bem. O homem assim tornou-se escravo do pecado e sua liberdade foi afetada pela presença do pecado na vida da humanidade.
    No capitulo de três, Maia, fala sobre o poder de Deus na salvação e restauração de seu povo. Maia parte do ponto de encerramento do ultimo capitulo e mostra que o homem é pecador e por isso só Deus graciosamente poderia salva-los. Ele fala sobre salvação neste capitulo e mostra como de Deus é soberano em salvar o homem. Ele fala sobre a ordem de salvação apresentado no novo testamento como resultado da graça de Deus. O novo testamento, portanto mostra que Deus graciosamente e soberanamente elege o homem. Este Deus gracioso não somente elege, mas chamando o homem de forma eficaz através da sua palavra. Aqui ele destaca a responsabilidade do homem em ter um privilegio e a responsabilidade de prega e não somente disso, mas de permanecer na palavra pregada. Maia destaca que Deus chama ao homem ao arrependimento e a fé e estes dois elementos são fundamentais para salvação do homem. Assim ele destaca a responsabilidade de responder ao chamado a salvação pela fé e arrependimento. A soberania de Deus é vista pelo na redenção, ou seja, Cristo através do seu sangue nos reconcilia com Deus e sendo assunto ao céu nosso eterno e perfeito mediador. A justificação sendo uma das benções da fé é o ato soberano de Deus em tornar o homem perante Deus justo. Isso só é possível por que em Jesus somos justificados. Jesus através de sua justificação nos liberta e nos faz justo. A fala sobre a adoção, Maia, vê como privilegio sermos filhos de Deus e fazermos parte da família de Deus. Ao fala sobre a conversão o autor destaca que a conversão teológica e salvifica que é a consciência praticam da regeneração e da vocação marcada por autentico arrependimento. A característica desta conversão é o abandono do pecado e uma volta do pecador regenerado a Deus. Assim, Maia, afirma com pensamente de Abraham Kuyper “ O eleito, nascido de novo é eficazmente chamado, se converte” portanto é uma obra do Espírito Santo de Deus. Por fim neste capitulo Maia apresenta o ultimo processo escolhido por ele na salvação que é a perseverança. Resumindo o pensamento de Maia sobre perseverança podemos dizer que ele apresenta a doutrina da perseverança dos santos como um ato soberano de Deus em encher o seu povo com uma bendita convicção ministrada pelo Espírito Santo de Deus que as selas e os identifica como pertencente a Deus. Este espírito capacita os salvos para caminha em santidade agora e até a volta de Cristo Jesus. Sendo o homem responsável pela disciplina, pratica e perseverança . A disciplina é um exercicio que tem como instrumento a palavra de Deus que é amorasa em ensinar, repreender, corrigir e educar. A disciplina deve ser vista como manifestação de amor e cuidado de Deus. As provações na vida diária é um meio pelo qual nossa persevera é fortaleciada e resistimos retendo a palavra de Deus como alimento fundamental que Deus nos oferece para que possamos crescer em nossa fé, permancendo firmes contra todas as ciladas do maligno, bem como em todas as perseguições. Resistimos nossa batalha sendo diligente na pratica da palavra onde podemos perceber que o segredo da vida cristã, a sua segurança não esta na inatividade, mas,, sim, em constante trabalho de desenvolvimento de nossa fé sabendo que desta maneira jamais tropeçaremos de modo definitivo.A firme esperança é outra forma de resistimos nossas batalhas diárias pois ela nos leva a uma constante vida de oração e por fim o que precisamos para resistir nossa batalhas é aprender de Cristo. Ainda neste capitulo Maia trata sobre a liberdade em Cristo e destaca que somos livres da morte (espiritual e eterna), O poder de satanás, do mundo, do pecado, da supertição e da maldição. Agora livres em Cristo podemos ser totalmente livre para Cristo em servir a Deus, em servir os irmãos e praticar a Justiça.
    O capitulo quarto Maia trata sobre a responsabilidade de homem. O autor defende uma ligação paradoxica onde encontramos um conflito entres as duas, mas ambas são afirmada nas escrituras. Maia parte da primazia que a teologia não se preocupa em explicar, mas de descrever. Por isso tentar explicar o que Deus não explicou, está adentrado aos mistérios de Deus. Afirma que ainda que aja uma impossibilidade de se entender a relação das duas doutrinas nós não podemos nega-la, pois ambas encontra-se atrelado a bíblia. Só não se pode explicar satisfatoriamente em sua correlação e nem Deus nos pediu tal tarefa.. O Autor ver o paradoxo como melhor caminho para o cristão sincero e crer que é uma formar de demonstrarmos a nossa compreensão, gratidão e reverencia para com Deus e para com sua palavra. Autor conclui com o seguinte raciocínio. Deus é soberano, e realiza sempre seu propósito e nada e nem ninguém pode impedir, mas o homem como ser moral é responsável e dará conta de si mesmo a Deus, colhendo de forma obrigatória o que semeou livre e espontaneamente.
    Nas considerações finais o autor destaca seu caráter pastoral em aplicar sua obra na vida do leitor diante de tudo que foi falado sobre a soberania de Deus e a responsabilidade humana. Ele indica como atitude diante de desta verdade submissão prazerosa em entrega nossos planos a direção de Deus, para que ele mesmo faça, refaça, dirija, nos guie. Alegria e confortadora confiança mesmo que não entendamos devemos sempre manter a nossa confiança alicerçada no Deus soberano e cultivar em nosso espírito uma atitude de alegria confiança em ação de graças. Outra atitude indicada do autor aos leitores é crescimento espiritual, pois conhecer a Deus soberano é crescer no conhecimento de Deus. A última atitude indicada pelo autor é adoração e proclamação. A contemplação do Deus soberano nos enche de reverente temor, nos conduzindo a adorá-lo em sua Glória e proclamar a sua graça e poder entre todos.
    O livro mesmo tendo um tema polemica seu autor, Heminsten Maia, trata deste assunto de forma expositiva e não entrando em polemicas, pois o objetivo dele é explicar e não polemizar. Maia apresenta seu argumento destacando que sendo Deus o criador do mundo e do homem e por isso tudo que existe deve dar honra ao criador. Maia destaca que o fato de Deus ser soberano requer do homem responsabilidade e o fato do homem ser pecador o prejudicou em ser responsável. Apresenta em seu livro a forma redentiva como Cristo recupera de forma eficaz nossa liberdade. O Livro é um obra de grande valor exegético, pois apresenta detalhes analíticos e semânticos de textos bíblicos. O autor encerra com maestria sua obra ao ser pastoral em aplicar na vida do seu leitor as verdades expostas em sua obra.

    ESCRITO POR ADÉRICO DE ALMEIDA DA SILVA


Adicionar uma avaliação

Você também pode gostar de…